sábado, 19 de setembro de 2015

Vivemos para conviver.

Algum dia,em algum momento alguém vai te magoar,te decepcionar,te enganar e te iludir... É inevitável, faz parte da experiência humana, os relacionamentos implicam nesse risco.
Mas o que fazer?
Devemos nos isolar?
Desconfiar de todas as pessoas?
Nos tornar amargos,inseguros,mesquinhos com o propósito de nos defender de futuras desilusões?
Mas será que vale a pena viver na clausura,no isolamento sem amigos,sem confidentes,sem ter com quem repartir as alegria e as tristezas?
Não estaríamos nós colocando em dúvida a proteção Divina?
Imagine de quantas alegrias iríamos nos privar para ao final descobrirmos que de nada adiantou tamanha prevenção,de que todo cuidado foi em vão.
Pior...desconfiaremos das pessoas erradas e seremos vítimas do nosso preconceito ou da nossa ingenuidade.
Vivemos para conviver.
O convívio é obrigatório,sem ele jamais poderíamos resgatar nossos débitos junto às leis cármicas do amor e do progresso.
Auxiliar,amparar,orientar,encaminhar,amar e perdoar são verbos que nos convidam à ação, os quais a conjugação só fará sentido se for realizada conjuntamente.
Não tenha medo do inevitável,tudo já está escrito,siga o roteiro amando e servindo,convivendo e perdoando e só assim entenderá que nenhuma situação é inútil,que até mesmo os malfeitores cumprem o seu papel nos planos da Deus.
E que crendo nos prejudicar,nos favorecem, que quando querem nos ferir nos tornam tolerantes,que quando pensam nos derrotar,multiplicam nossas forças,que quando pensam nos iludir aumentam nossa fé.
Deus quer o melhor para todos os seus filhos,viva sem medo,sem ódio, sem mágoa, sem rancor,viva a vida na sua plenitude, quanto aos maus,não poderá evitá-los, mas creia que sempre que agir sob os princípios do amor e da caridade, a mão do Pai te sustentará.
Se fazendo fortaleza impenetrável contra a astúcia e a perversidade,te preservando do mal e te guardando na paz dos que amam sem receio e sem temor.
Que não temem o homem ,porque confiam no amor de Deus,na sua bondade e na sua justiça .


Paulo Ricardo da Silva

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