Conversando com as crianças sobre morte
O que é morte?
Para os adultos talvez seja: uma passagem, o fim, transição, começo de uma nova vida, união com Deus, sono eterno...
Para a criança a consciência de morte ainda é muito difusa.
Para ela, o parente ou amigo que morreu pode voltar a qualquer momento.
È preciso que os pais ou o responsável por comunicar a morte de um ente querido se conscientize da importância de encarar a realidade e procurar aceitá-la.
Como pais não devemos esconder o fato aos nossos filhos. Devemos comunicar o ocorrido sem entrar em detalhes, especialmente, quando se tratar de uma morte trágica.
Ainda que numa visão fantasiosa, a criança já faz alguma idéia do que seja a morte - por acompanhar a morte das plantas e animais ou já sabem sobre o ciclo da vida -nossa comunicação para a criança dependerá do modo como concebemos a vida e a morte.
É preciso tomar cuidado com os conceitos ensinados aos nossos filhos. Muitas vezes, como cristãos, levamo-os a relacionar coisas ruins que nos acontecem, como castigo imposto por Deus.
Também no dia a dia da criança, ela acredita que as coisas ruins acontecem sempre que elas desobedecem ou fazem alguma coisa errada e passam a se sentir culpados pela morte.
Devemos evitar a idéia de um Deus carrasco, aquele que castiga todos os nossos erros.
Essa pedagogia do medo tem causado muito mal as pessoas.
È preciso não prometer que quem morreu vai voltar. Nem dizer que Deus o levou para o céu, por gostar tanto dele. Isto poderia se transformar mais tarde, numa mágoa contra Deus.
Devemos lembrar com ela as coisas boas e do amor que a pessoa que morreu tinha por ela.
È preciso permitir a expressão da tristeza. Chorar é bom e traz um imenso alívio.
A criança deve ser estimulada a falar de suas lembranças a rspeito daquele que morreu.
Os adultos devem procurar ver as coisas do ponto de vista da criança e não impor à sua maneira de pensar.
O que é morte?
Para os adultos talvez seja: uma passagem, o fim, transição, começo de uma nova vida, união com Deus, sono eterno...
Para a criança a consciência de morte ainda é muito difusa.
Para ela, o parente ou amigo que morreu pode voltar a qualquer momento.
È preciso que os pais ou o responsável por comunicar a morte de um ente querido se conscientize da importância de encarar a realidade e procurar aceitá-la.
Como pais não devemos esconder o fato aos nossos filhos. Devemos comunicar o ocorrido sem entrar em detalhes, especialmente, quando se tratar de uma morte trágica.
Ainda que numa visão fantasiosa, a criança já faz alguma idéia do que seja a morte - por acompanhar a morte das plantas e animais ou já sabem sobre o ciclo da vida -nossa comunicação para a criança dependerá do modo como concebemos a vida e a morte.
É preciso tomar cuidado com os conceitos ensinados aos nossos filhos. Muitas vezes, como cristãos, levamo-os a relacionar coisas ruins que nos acontecem, como castigo imposto por Deus.
Também no dia a dia da criança, ela acredita que as coisas ruins acontecem sempre que elas desobedecem ou fazem alguma coisa errada e passam a se sentir culpados pela morte.
Devemos evitar a idéia de um Deus carrasco, aquele que castiga todos os nossos erros.
Essa pedagogia do medo tem causado muito mal as pessoas.
È preciso não prometer que quem morreu vai voltar. Nem dizer que Deus o levou para o céu, por gostar tanto dele. Isto poderia se transformar mais tarde, numa mágoa contra Deus.
Devemos lembrar com ela as coisas boas e do amor que a pessoa que morreu tinha por ela.
È preciso permitir a expressão da tristeza. Chorar é bom e traz um imenso alívio.
A criança deve ser estimulada a falar de suas lembranças a rspeito daquele que morreu.
Os adultos devem procurar ver as coisas do ponto de vista da criança e não impor à sua maneira de pensar.

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