segunda-feira, 6 de julho de 2015

Tatuagem e Piercing. ‪ Em princípio, cabe lembrar que a Doutrina Espírita

Tatuagem e Piercing.
Em princípio, cabe lembrar que a Doutrina Espírita nada proíbe.

No entanto, dota os indivíduos de elementos reflexivos para que decidam conscientemente.
Não é a utilização de tatuagens que desmerecerá o caráter de uma pessoa.
 No entanto, alguns tipos de tatuagens, com motivos funestos, classificam-se como inconvenientes e impróprias para qualquer pessoa.
Segundo Divaldo Pereira Franco, respeitado médium e orador espírita, pessoas que tatuam o corpo inteiro ou o enchem de piercings, são almas que ainda trazem reminiscências vivas de encarnações em épocas bárbaras, quando guerreiros sanguinários se utilizavam desses meios para se impor frente aos adversários.
É necessário compreender o indivíduo de forma integral.

 As reações expressas no corpo são consequências de seus pensamentos e, estes, resultado das crenças, experiências e visão de mundo. Tudo é muito relativo até que se descubra como funcionam determinadas Leis Divinas.
 A Doutrina dos Espíritos não proíbe - esclarece. Não condena - conscientiza. 
Não se coloca ‘em cima do muro’, mas mostra como construir e trilhar o melhor caminho.
Uma tatuagem por si só não faz ninguém melhor ou pior.

 No entanto, perguntemos o que está por trás dessa tatuagem? Quais sãos os sentimentos, os anseios, as crenças daqueles que cobrem seus corpos com tais símbolos?
Frente a tais perguntas, a Doutrina Consoladora busca no íntimo do ser o seu real problema.

 Convida-o ao autoconhecimento e ao exercício do auto aprimoramento.
 Recomenda bom senso, amor a si mesmo, equilíbrio e a busca incessante ao Pai Criador, o único que poderá nos preencher de alegria e felicidade.
Hoje a moda cobre o corpo de desenhos e objetos.

 Amanhã o mundo será coberto de almas verdadeiramente engajadas no trabalho de servir, deixando de lado o culto exterior – superficial – para as conquistas de valores espirituais duradouros.
Analisemos a alma para descobrir o porquê do estado do corpo.

 Compreendamos o profundo para entender claramente o superficial. 
O certo e o errado; o bem e o mal nada mais são que experiências condizentes ou não com as Leis Naturais. Valorizar o corpo e a alma é ensinamento que todos os homens compreenderão e, então, já não discutiremos assuntos superficiais, mas assuntos da alma. 
Deixando do lado o embrulho para valorizar o conteúdo.
Fraternidade Irmã Celina - Equipe do Pinga-Fogo

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