Na luta para se reconstruir após a morte de um ente querido, logo nos primeiros dias, semanas, meses e até anos, o caminho que temos de trilhar não são assim verdejantes.
Não raro, pela força das dores que em nós abatem, nos entregamos a um
mundo sombrio cheio de curvas, retornos e perguntas sem respostas.
Cabisbaixos e arredios corremos o risco de nos deixar prender nesse
mundo escuro e sem esperanças. Mas, isso não nos convém. Adoece e piora
as dores que por si mesmas já não são poucas.
Coragem! Não nos demoremos no sofrimento. A morte é definitiva e nada do que fizermos trará de volta o filho, a filha, o pai, a mãe, o esposo, enfim o ente amado. Nossa razão sabe disso.
Então, o milagre de que precisamos é outro. É levantar de nosso cativeiro emocional, dirigir os olhos à luz e perceber como são verdes os caminhos que conduzem à paz de espírito. Até que um dia, a estrada reta dos bons princípios nos levarão de encontro ao ser amado.
Maris Stella
Coragem! Não nos demoremos no sofrimento. A morte é definitiva e nada do que fizermos trará de volta o filho, a filha, o pai, a mãe, o esposo, enfim o ente amado. Nossa razão sabe disso.
Então, o milagre de que precisamos é outro. É levantar de nosso cativeiro emocional, dirigir os olhos à luz e perceber como são verdes os caminhos que conduzem à paz de espírito. Até que um dia, a estrada reta dos bons princípios nos levarão de encontro ao ser amado.
Maris Stella
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