Os assassinos e a espiritualidade
O
assassino é aquele que perde uma encarnação inteira em razão de não
conseguir conter sua fúria. A gana de assassinar não provém da maldade,
provém da ignorância, assim é difícil definir o perfil do assassino em
palavras comuns, porque normalmente ele é, nada mais, nada menos, do que
a materialização do lixo social que a sociedade produz. A ação dele é a
materialização da falta de valores humanos em sua cabeça, dando conta
que sua encarnação é absolutamente expiatória.
A terra está deixando de ser um planeta de expiação e se tornando um planeta de evolução continuada e racional. Assim, este tipo de atrofia social ficará afastada dos que continuarem por aqui.
Atores de uma trama que envolve um sem fim de fatos e atividades ligadas a encarnações mal sucedidas, assassino e assassinado formam um par de ligação afetiva melindrosa, no entanto necessária para a dissipação do malogro de eventos ocorridos entre si. É claro que o objetivo da encarnação é dirimir conflitos e desenvolver amor, mas o sucedâneo traumático, o assassinato, quando ocorre, é porque objetivos deixaram se levar pela leviandade dos conflitantes: de um lado, um que não conseguiu conter a raiva ignorante e de outro, aquele que não se cansou de ficar exposto à situação de risco, ambos contrariando as leis divinas.
A sociedade inteira fica abalada com essas perfídias, e porque nosso planeta é de característica expiatória, as leis só mudam e as pessoas só aprendem quando essas coisas absurdas e estúpidas acontecem, incrivelmente.
O assassino é balizado sempre por baixo, em razão das ignorâncias que professa e cultua, mas o que chama a atenção é que a espiritualidade superior considera assassino todo aquele que mata, não só com armas, mas com outros artifícios mais sutís também. Veja o caso daquele governante que deixa de fornecer remédios, por razões banais ou fúteis, para cardíacos. Esse é assassino em série, pois embora ninguém fale ou pense sobre o assunto, as pessoas morrem por causa disso e o atestado médico diz que foi parada ou enfarto, mas ninguém diz quem os causou, só que é claro, a espiritualidade sabe.
Assim, muitos são mortos por fofoca, intriga, conversa fiada, etc. Com certeza, quem provoca a morte de outrem, seja com uma simples língua destravada, é um assassino.
Marlon Santos
********************************
Muitos são assassinados aos poucos, e digamos que alguns, com requintes...
E morrem porque ignoram seus direitos, porque acreditam em falsas promessas, porque são feitos de joguetes em mãos insensíveis para as causas do próximo, porque se deprimem e angustiam diante da burocracia fria e descompromissada.
São assassinados de tanto esperar a atenção que não vem, especialmente dos órgãos públicos que tem o DEVER de lhes garantir o mínimo existencial, o carinho que não chega nunca, o respeito... respeito? Puxa... nem consegui chegar no amor.. Mas daí já não adianta mais... vai ser arquivado.
As pessoas (vítimas) morrem mesmo é de tristeza, de dor, de abandono e também de injustiça. Essas sim seriam as reais “causa mortis”.
E todos que leiam esse texto, leiam muitas vezes e pensem muito nos seus direitos, porque principalmente esses são assassinados todos os dias.
A terra está deixando de ser um planeta de expiação e se tornando um planeta de evolução continuada e racional. Assim, este tipo de atrofia social ficará afastada dos que continuarem por aqui.
Atores de uma trama que envolve um sem fim de fatos e atividades ligadas a encarnações mal sucedidas, assassino e assassinado formam um par de ligação afetiva melindrosa, no entanto necessária para a dissipação do malogro de eventos ocorridos entre si. É claro que o objetivo da encarnação é dirimir conflitos e desenvolver amor, mas o sucedâneo traumático, o assassinato, quando ocorre, é porque objetivos deixaram se levar pela leviandade dos conflitantes: de um lado, um que não conseguiu conter a raiva ignorante e de outro, aquele que não se cansou de ficar exposto à situação de risco, ambos contrariando as leis divinas.
A sociedade inteira fica abalada com essas perfídias, e porque nosso planeta é de característica expiatória, as leis só mudam e as pessoas só aprendem quando essas coisas absurdas e estúpidas acontecem, incrivelmente.
O assassino é balizado sempre por baixo, em razão das ignorâncias que professa e cultua, mas o que chama a atenção é que a espiritualidade superior considera assassino todo aquele que mata, não só com armas, mas com outros artifícios mais sutís também. Veja o caso daquele governante que deixa de fornecer remédios, por razões banais ou fúteis, para cardíacos. Esse é assassino em série, pois embora ninguém fale ou pense sobre o assunto, as pessoas morrem por causa disso e o atestado médico diz que foi parada ou enfarto, mas ninguém diz quem os causou, só que é claro, a espiritualidade sabe.
Assim, muitos são mortos por fofoca, intriga, conversa fiada, etc. Com certeza, quem provoca a morte de outrem, seja com uma simples língua destravada, é um assassino.
Marlon Santos
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Muitos são assassinados aos poucos, e digamos que alguns, com requintes...
E morrem porque ignoram seus direitos, porque acreditam em falsas promessas, porque são feitos de joguetes em mãos insensíveis para as causas do próximo, porque se deprimem e angustiam diante da burocracia fria e descompromissada.
São assassinados de tanto esperar a atenção que não vem, especialmente dos órgãos públicos que tem o DEVER de lhes garantir o mínimo existencial, o carinho que não chega nunca, o respeito... respeito? Puxa... nem consegui chegar no amor.. Mas daí já não adianta mais... vai ser arquivado.
As pessoas (vítimas) morrem mesmo é de tristeza, de dor, de abandono e também de injustiça. Essas sim seriam as reais “causa mortis”.
E todos que leiam esse texto, leiam muitas vezes e pensem muito nos seus direitos, porque principalmente esses são assassinados todos os dias.

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