R.: No próprio comportamento da criatura humana, porque o que temos
feito é cevar e expandir o egoísmo, a ambição, a vaidade e a fantasia na
Crosta Planetária, contraindo, assim, pesados débitos e
escravizando-nos aos tristes resultados de nossas obras. No passado mais
remoto, as cidades desapareciam pelo massacre, ao gládio dos
conquistadores sem entranhas, ou estacionavam sob
a onda mortífera da peste desconhecida. Hoje, as coletividades ainda
sofrem o assédio da espada homicida e as guerras entre povos continuam;
mas, no lugar de doenças terríveis que a Ciência conseguiu erradicar ou
controlar, como a febre amarela, a cólera, a varíola, a tuberculose, a
lepra, existe nova ameaça à humanidade terrena, que é o profundo
desequilíbrio, a desarmonia generalizada, as moléstias da alma, que se
ingerem, sutis, solapando a sua estabilidade. (No Mundo Maior, cap. 2,
pp. 27 a 29.)
O que é essencial ao Espírito que deseja progredir?
R.: A lição vem-nos do instrutor Eusébio: "Impossível é progredir no século, sem atender às obrigações da hora. Torna-se imprescindível, na atualidade, recompor as energias, reajustar as aspirações e santificar os desejos". "Não basta crer na imortalidade da alma. Inadiável é a iluminação de nós mesmos, a fim de que sejamos claridade sublime." Para colimar esse objetivo, diz ele de modo peremptório e direto: "Antes de mais nada, importa elevar o coração, romper as muralhas que nos encerram na sombra, esquecer as ilusões da posse, dilacerar os véus espessos da vaidade, abster-se do letal licor do personalismo aviltante, para que os clarões do monte refuljam no fundo dos vales, a fim de que o sol eterno de Deus dissipe as transitórias trevas humanas". O Plano Superior, diz Eusébio, espera de nós muito mais: "Nossa meta, meus amigos, não se compadece com o exclusivismo ególatra. A Porta Divina não se abre a espíritos que se não divinizaram pelo trabalho incessante de cooperação com o Pai Altíssimo". (Obra citada, cap. 2, pp. 30 a 32
R.: A lição vem-nos do instrutor Eusébio: "Impossível é progredir no século, sem atender às obrigações da hora. Torna-se imprescindível, na atualidade, recompor as energias, reajustar as aspirações e santificar os desejos". "Não basta crer na imortalidade da alma. Inadiável é a iluminação de nós mesmos, a fim de que sejamos claridade sublime." Para colimar esse objetivo, diz ele de modo peremptório e direto: "Antes de mais nada, importa elevar o coração, romper as muralhas que nos encerram na sombra, esquecer as ilusões da posse, dilacerar os véus espessos da vaidade, abster-se do letal licor do personalismo aviltante, para que os clarões do monte refuljam no fundo dos vales, a fim de que o sol eterno de Deus dissipe as transitórias trevas humanas". O Plano Superior, diz Eusébio, espera de nós muito mais: "Nossa meta, meus amigos, não se compadece com o exclusivismo ególatra. A Porta Divina não se abre a espíritos que se não divinizaram pelo trabalho incessante de cooperação com o Pai Altíssimo". (Obra citada, cap. 2, pp. 30 a 32
Nenhum comentário:
Postar um comentário