(Ec 1 — 12) O Pregador
| Capítulo 1
| Tudo o que há de telhas abaixo é vaidade. | Nada há novo
debaixo do sol. | O mesmo estudo e conhecimento das ciências é
vão, e traz consigo trabalho e ansiedade.
| Capítulo 2 | Vaidade dos deleites, das riquezas dos edifícios, e de entesourar para um herdeiro desconhecido.
| Capítulo 3
| Todas as coisas tem seu tempo. | O estudo das coisas
naturais é vão. | Os homens e os brutos morrem igualmente.
|
Capítulo 4
| Calúnias, violências e ciúmes dos homens, uns contra os outros.
| Ociosidade dos insensatos. | Loucura dos avaros.
| Utilidade da vida social. | Vaidade do poder soberano.
| Obediência preferível aos sacrifícios. |
Capítulo 5
| Ser circunspeto nas suas palavras. | Cumprir os seus
votos. | Não se espantar de ver atropelada a justiça. | O
avarento nunca se farta. | O rico desgraçado na sua mesma
opulência.
| Capítulo 6 | Desgraçada condição do avarento, que tendo bens não ousa gozar deles.
| Capítulo 7
| A boa reputação. | Utilidade das correções. |
Utilidade da sabedoria. | Não há justo que não peque. |
Desprezar os discursos dos homens. | A mulher prejudicial.
| Capítulo 8
| Não se apartar dos mandamentos de Deus. | Paciência de
Deus. | Aflição dos justos. | Prosperidade dos maus.
| Capítulo 9
| Ninguém sabe se é digno de amor, ou de ódio. | Igual
condição de bons e de maus neste mundo. | Sabedoria do pobre.
| Capítulo 10
| Consequências funestas da imprudência. | Imprudentes e
escravos elevados à dignidade. | Caráter do maldizente. |
Rei menino. Príncipes glutões. | Não dizer mal do rei.
|
Capítulo 11
| Dar esmola. | Obras de Deus incógnitas. | Ter
continuamente diante dos olhos o juízo de Deus. | Vaidade da
mocidade.
| Capítulo 12
| Não esperar pela velhice para servir a Deus. | Enigma da
velhice. | Vaidade das coisas do mundo. | Temer a Deus e observar os
seus mandamentos

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