A mediunidade como um instrumento de evolução
Uma
alma que vem para esse mundo com o propósito de evoluir, acomoda-se em
um corpo físico. E isso varia com a necessidade que se tem para realizar
seus resgates e aprendizados. Esse comentário é para lembrar que a
mediunidade não é nem boa nem ruim! Ela simplesmente é a condição de que
a pessoa precisa para evoluir. Estando muito vinculada à sua forma de
utilização.
A mediunidade é um
termo que vem do latim e significa intermediação. É uma faculdade
psíquica ou sensibilidade extra-física. Está presente em todas as
pessoas. Sempre! O que difere é que em algumas ela aparece pouco
evidente, enquanto que em outras se mostra desenvolvida, aguçada.
Em resumo, todos somos médiuns, alguns mais desenvolvidos, outros menos. A maior parte das pessoas desconhece esse fato.
A mediunidade pode ocorrer de várias formas. Há o exemplo da vidência,
ou clarividência (enxergar com os olhos da mente), da clariaudiência
(ouvir sons extra-físicos), da psicografia (a canalização via escrita de
mensagens vindas de planos extra-físicos), entre outras diversas
formas.
Mas para que serve a mediunidade? Como usá-la? Quais os
desafios que enfrenta uma pessoa que apresenta sua mediunidade
desenvolvida?
O indivíduo evoluído nessa faculdade,
principalmente com consciência disso tudo, aprende a aproveitar as
percepções do plano espiritual, trazendo esse conhecimento das dimensões
superiores para o plano físico. A pessoa consegue acessar informações,
algo que para maioria das pessoas é algo místico, esotérico,
desconhecido. E é ai que começam os grandes desafios, afinal essa
mediunidade acarreta um aumento de sua responsabilidade, no sentido de
utilizar com sabedoria suas percepções extra-físicas. Afinal, esse dito
“dom” da mediunidade, acaba tornando a pessoa “diferente”, o que não é
verdade... Essa “diferença”, perante o estilo de vida aqui na Terra pode
gerar muitas conseqüências

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