segunda-feira, 8 de junho de 2015

A mediunidade como um instrumento de evolução

A mediunidade como um instrumento de evolução

Uma alma que vem para esse mundo com o propósito de evoluir, acomoda-se em um corpo físico. E isso varia com a necessidade que se tem para realizar seus resgates e aprendizados. Esse comentário é para lembrar que a mediunidade não é nem boa nem ruim! Ela simplesmente é a condição de que a pessoa precisa para evoluir. Estando muito vinculada à sua forma de utilização.
A mediunidade é um termo que vem do latim e significa intermediação. É uma faculdade psíquica ou sensibilidade extra-física. Está presente em todas as pessoas. Sempre! O que difere é que em algumas ela aparece pouco evidente, enquanto que em outras se mostra desenvolvida, aguçada.
Em resumo, todos somos médiuns, alguns mais desenvolvidos, outros menos. A maior parte das pessoas desconhece esse fato.
A mediunidade pode ocorrer de várias formas. Há o exemplo da vidência, ou clarividência (enxergar com os olhos da mente), da clariaudiência (ouvir sons extra-físicos), da psicografia (a canalização via escrita de mensagens vindas de planos extra-físicos), entre outras diversas formas.
Mas para que serve a mediunidade? Como usá-la? Quais os desafios que enfrenta uma pessoa que apresenta sua mediunidade desenvolvida?
O indivíduo evoluído nessa faculdade, principalmente com consciência disso tudo, aprende a aproveitar as percepções do plano espiritual, trazendo esse conhecimento das dimensões superiores para o plano físico. A pessoa consegue acessar informações, algo que para maioria das pessoas é algo místico, esotérico, desconhecido. E é ai que começam os grandes desafios, afinal essa mediunidade acarreta um aumento de sua responsabilidade, no sentido de utilizar com sabedoria suas percepções extra-físicas. Afinal, esse dito “dom” da mediunidade, acaba tornando a pessoa “diferente”, o que não é verdade... Essa “diferença”, perante o estilo de vida aqui na Terra pode gerar muitas conseqüências

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