terça-feira, 18 de agosto de 2015

O médium e o amor

O médium e o amor
O amor é sem dúvida a maior das ferramentas contra todo qualquer tipo de atividade negativa perene, presente o ser, nós seres humanos estamos envoltos nos laços pelo momento que nascemos até mesmo quando “morremos” , quando somos fecundados no ventre das mães já possuímos de início a maior prova da real sustentação do verbo amar, cada mulher que carrega consigo um filho divide com ele parte dos nutrientes que consome, desgasta-se com maior facilidade e tem predisposição para passar mal quase todo momento, mesmo assim toda “resignação” é compensada ao entender que será mãe, um proposito “maior”- preenchido por concluso, quando o fruto “cai” ao mundo em choro compelido de saudade nos braços que “nunca” antes vira encontrar, mas na certeza que toda proteção agora o competirá.
Amor é doação, amor é dedicação - amar é o verbo de maior ação.
O amor é capaz de transformar vidas, trazer bons momentos - “os mais ricos”, ainda assim é tão mal compreendido pelo mundo... Viver um amor não pode ser resumido por viver conjunto outro por eterno, aquele que ama pode muito bem estar preenchido por outros contextos, exemplo de, estar preenchido por amigos, família ou mesmo o meio a sua volta, conheço pessoas que compreendem esta verdade com muita facilidade – vivem doando “amor” em espaços de caridade como orfanatos e asilos, vivem pregando a caridade por simples “pregar” – sem qualquer espera, simplesmente por amar...
Outros por sua vez não conseguem esta compreensão, abusam dos sentimentos e criam apegos desnecessários, criam vícios e testemunhos de vontades egoístas – vivem obcecadas, obcecadas por outro alguém que comunga momento por relação ou até ilusão, pessoas que buscam viver a vida do outro sem em vezes ter permissão para isso – Isso não é amor! Tudo menos amor - “perigoso sentimento”, um mediador deve estar atento, se vive uma situação parecida desprenda-se o quanto antes, se for aquele o executor então – recomponha-se! Recomponha-se no respeito ao próximo e deixe as coisas acontecem por acontecer, não utilize o meio espiritual para tentar qualquer interferência negativa, você pode até achar “positiva”, mas entenda meu irmão que a boa espiritualidade nunca comungará com sentimentos egoístas – sentimentos sem propósito evolucional - “elucidativos” a vossa consciência.
Plantando a boa semente do amor
O amor verdadeiro vem de algum sentido que nos faz completos, nos fazem melhores – mais libertos! Libertos dos sentimentos ruins, você pode encontrar esta verdade trabalhando dentro de um centro espirita – auxiliando os outros! Pode ainda trabalhar dentro de um espaço caritativo como orfanatos, asilos, creches – estes lugares sempre precisam de ajuda! Quem sabe você não os pode auxiliar? Sem dúvida boas semeações de amor...
Você pode ter conhecido alguém – crer estar amando, isso é muito bonito! Aquele que consegue encontrar alguém que o faça especial - que o retire das zonas de conforto negativas, são sem dúvida pessoas agraciados com o “destino”, são estes verdadeiros anjos de Deus e devemos cuidar muito bem de nossos anjos, nem sempre você encontrará uma perfeição física como nos contos de fantasia sonhado, mas poderá encontrar todas as características nobres de um belo conto de flores – por ventura são essas verdadeiras asas de proteção, um “parceiro” para caminhar, vale dizer que compartilharam também os carmas e que nem sempre os momentos serão de conforto – tolerância! Tolerância para os pesares é o que indico, partilhem os bons e maus momentos com determinação e união. Recomendo conjunto a todo casal que busque um espaço no tempo para promoção do amor incondicional – trabalhos de caridade são fortes edificadores de uma relação...
Amar não é para todos e por isso aquele que encontra esta luz deve sempre motivar os outros a tentar encontrar, motivem boas sementes e certamente bons frutos germinarão, quando encontramos entidades espirituais dizendo para um consulente que existe a necessidade que aquele ou aquela “desenvolva” sua espiritualidade – busque, não é com a intensão de condicionar alguém para o trabalho espiritual em si e sim motivar o autodescobrimento, melhor compreender o amor, os problemas dos outros, as dificuldades e assim respeitar com mais folego a vida... Somos egoístas! E a melhor forma de romper este fato é encontrando outros com problemas muito mais graveis que os nossos – voltamo-nos para reflexão! Voltamo-nos para edificação e não mais por lamentações.
Ao enxergar os problemas alheios com caridade e benevolência damos asas a nossa consciência, asas que possibilitam o bom prumo do viver, os bons voos da vida, asas que nos fazem descrer de nossos problemas de momento, asas que fomentam a cura e a reestruturação, asas que provém do verbo presente na ação, ação do amor presente e real.
Sem exageros meu irmão, nenhuma mudança bruta é tão eficaz quanto aquela feita aos poucos, se já percebeu que existe uma necessidade de mudança interna já conseguiu dar o primeiro passo – apegue-se! Apegue-se agora ao amor, volte-se para trabalhos que dignificaram seus passos, quem sabe fazendo isso não encontre- junto o bom trabalho, aquele ou aquela que partilhará contigo uma vida a dois, tudo na vida tem um motivo para acontecer, uma hora certa para ocorrer, no entanto toda lamentação só nos serve de veneno temporal - barricadas do sucesso, abstenha-se! Siga para um novo rumo, uma nova jornada... Acredite no amor! Ame-se em primeiro lugar, ame os outros e tudo que torno a sua volta agora esta, respeite o direito dos outros de continuar ou não uma relação – o mundo é grande! Uma hora o que procura aparecerá, no entanto é importante que esteja pronto para isso, o “agora” que lhe resta, esteja nele! Partilhe dele - com vontade, utilize do bom verbo!
“Ame o próximo como a ti mesmo."
- Marcos 12, 31(Jesus Cristo).
“Você nem sempre terás o que desejas, mas enquanto estiveres ajudando aos outros encontrarás os recursos de que precise”.
- Chico Xavier

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