“Sobre os
grandiosos pastos do divino as puras tartarugas carregam seus potes de
água e regam às folhas por igualdade na terra, produzindo assim belas
flores de esperança, sobre os grandiosos pastos do divino rápidos
coelhos correm carregando potes de água que regam por desiguais partes a
terra - levando ao desequilíbrio nos meios” – falemos de tolerância,
mas ela terá primeiro que falar com você! Até que ponto a tolerância lhe
faz? Será que você anda sendo tolerante com os pensamentos que cativa
dentro de si? Será que os votos que procura estão verdadeiramente
alinhados com os sonhos do passado? Você que tanto se cobra! Será que
existe motivo para tudo isso? As dúvidas não sessão quando fazemos o
desencarne, vezes até agravam, antes de esperar a vida futura do “além”,
lhe questiono, que tal viver bem o agora? A tolerância pode ser vista
como o coelho - sem meios, ou é ou não é, isso ou aquilo, ou poderá ser
vista como a tartaruga – respeitando os meios, veja meu irmão! Se você
encontra alguém que tenha uma religião diferente da sua, você poderá
tratar isso com naturalidade ou achar possível uma “conversão”, o
primeiro gênero é para todo que se faz tartaruga e o segundo aos que se
fazem coelhos, na espiritualidade não existe caminho -“religião”, por
mais certo, existe uma verdade que não se faceia em qualquer instituição
que seja por absoluto - ninguém é o dono da verdade, pois a verdade é
um “ser” abstrato e não pode ser por total expressa, mantida para uns e
não para outros, ela se encontra no coração de cada um de vocês
encarnados assim como de nós... Coração é o que uso para exemplificar
sentimento, essência, chi, axé, ki... Tudo aquilo que dizer-se
verdadeiro e não promover o bem - não promover o amor, não faz parte da
essência que nos fez e que nos faz, não podemos nunca incitar uma
verdade pessoal ou mera coletiva sem uma brecha (permissão) daquele com
quem falamos, façam como as tartarugas que na lentidão da caminhada
depositam por iguais partes água (energia) a todo campo, não deixam
lacunas, permitem que todas as “sementes” possam germinar - cada uma no
seu tempo, mas ainda assim as permita germinar, quando se esquece de
trabalhar o meio muitas vezes deixamos lacunas e estas lacunas tornam-se
incertezas e futuros problemas, como vocês costumam utilizar “A pressa é
inimiga da perfeição” – exatamente o ponto desta mensagem de conclusão.O ser humano tem o grande penar de acreditar que uma grande tartaruga segura o mundo e normalmente a identifica como Deus, realmente existe uma grande força que nos move – existe sim, uma força protetora, promulgadora da essência divina, mas antes de pensar na grande tartaruga que tudo guarda e tudo nos salva - “assim a de crer muitos”, por que não promulgar a auto tartaruga, por que não fazer de cada ser humano (cada consciência) pórticos de segurança e doutrina de encontro com o sucesso que tanto é buscado, podendo assim ajudar o mundo como sempre foi esperado por vós - que o mundo seja cada vez mais tolerante! Mas que a tolerância comece dentro de cada um, que seja reconhecido por cada ser- a chama de transformação que é possuída por vós e assim fazer ascender à verdadeira chama da tolerância, fácil tolerar aquilo que é aceito pelo “eu” difícil aceitar aquilo que é diferente, infelizmente estas não apenas estão no mundo exterior a vós, mas na própria inconsciência de cada um.
Mentor Miguel
“A lei de ouro do comportamento é a tolerância mútua, já que nunca pensaremos todos da mesma maneira, já que nunca veremos senão uma parte da verdade, sob ângulos diversos”.
Mahatma Gandhi
“A primeira lei da natureza é a tolerância - já que temos uma porção de erros e fraquezas”.
Voltaire
"A sabedoria superior tolera, a inferior julga; a superior perdoa, a inferior condena. Tem coisas que o coração só fala para quem sabe escutar".
Chico Xavier
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Complemento do terceiro livreto(desenvolvimento mediúnico), segundo capítulo: Patua, projeto uma só banda - 34 sentidos para a vida, escritor Douglas Batistele
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