terça-feira, 18 de agosto de 2015

O médium e a caridade

O médium e a caridade
“Um verdadeiro gesto caridoso não esta anexo a vontades partitivas por essências pessoais e sim a todo e qualquer sem distinção ou julgamento de vontades egoístas”.
Mentor Miguel
Era uma vez um menino muito magro que assim estava por falta de comida e vivia sem qualquer ajuda, o menino encontrou na esmola uma forma de sobreviver, todo dia ele estava no mesmo sinal, estendendo suas mãos a diversas janelas de carros,pessoas nunca antes vistas– “sem pedidos diretos”, somente estendia suas mãos esperava na esperança do momento o bom contendo de algumas moedas para sanar sua fome diária... Já nos primeiros dias ele teve que confrontar diversos olhares julgadores a seu respeito - sua decisão de ser pedinte, os “adultos” que o observam pedir esmola não compreendiam o que um menino fazia pedindo esmola baixo de um sol quente – ele deveria estar estudando! Outros julgavam de forma mais bruta, para eles o menino estava colhendo dinheiro por pedido de uma mãe ou um pai que ficava longe observando seus pedidos; Estes julgamentos fizeram muitos não doarem se quer uma moeda para o jovem rapaz, tão quanto a presença daquele sempre referido julgamento... “Vai utilizar o dinheiro para beber ou fumar”, mas o que pouco era sabido destes “juízes” fora o fato do jovem não ter com quem contar nesta vida, seus pais haviam falecido muito cedo e por esta findou criação aos braços dos tios, os mesmos o batiam rotineiramente e ainda o deixavam sem comer, o jovem correu para o mundo com objetivo claro de mudança sem muito pensar...
Felizmente existiam aqueles que julgavam, mas doavam algumas moedas, o menino ganhava assim trocados para sobreviver, outros mais “abertos” doavam sem mesmo pensar... “O que seria algumas moedas para alguém que adquiria mês uma quantia considerável de dinheiro?”.
Apesar da ajuda destes “bons” samaritanos o jovem viu-se por muito perdido e sem qualquer esperança de mudança, a única certeza creditada é que sem “pedidos” ele morreria de fome...
Uma vez, porém um jovem rapaz decidiu fazer o que ninguém antes fizera por aquele jovem menino – “ele resolveu conversar”, o jovem caridoso não tinha qualquer moeda para momento, mas tinha palavras e foram estas que conduziram o jovem pedinte para um novo paradigma de sua vida... O jovem caridoso depois de uma conversa bem quista aos olhos de “Deus” promoveu promessa que no mês seguinte uma parte do seu salário estaria afinco ao bem querer daquele jovem sem rumo, o jovem pedinte ficou curioso, mas pouco esperançoso já que por tempo deixou de crer em qualquer mudança que fosse...
No mês seguinte lá estava o jovem caridoso, como prometido venho por hora com algo mais que palavras soltas ao vento – ele fez da sua palavra o próprio vento! Trouxe ao jovem pedinte algumas ferramentas de mudança, lhe trouxe vestimentas novas, um caderno contendo uma caneta e lápis, matriculou o jovem pedinte num curso livre sobre motivação e empreendedorismo e quitou por dois meses uma pensão para o jovem, ainda, dentro do quarto da pensão estavam alguns engradados de bebida como água e refrigerante, um isopor e alguns trocados para auxiliar o jovem nos primeiros momentos de mudança... O jovem pouco entendeu! Mas ficou agradecido, muito agradecido! As noites dormidas na rua eram muito frias... Um sonar de mudança tomou por lhe cercar... .
O jovem caridoso explicou-lhe com detalhes tudo que fora entregue, ele disse que o caderno, caneta, lápis e o curso faziam parte da mudança necessária para novos rumos formar, os engradados e o isopor eram como ferramentas de garimpo que poderiam tornar o jovem novamente esperançoso por trabalho, os meses na pensão assim como as roupas lhe serviriam como motivação e bem querer...
Conclusão...
O feito fez do jovem pedinte um jovem empreendedor – com diversas lojas pelo país, que com pouco acabou fazendo muito, retomou seus estudos, retomou sua dignidade – credenciou o bem querer da vida! Melhor, levou consigo o belo gesto caridoso do jovem amigo que mais que dinheiro lhe trouxe novamente o bem viver tão difícil de reviver por sua consciência de momento...
O jovem caridoso nunca mais voltou para receber o abraço tão quisto daquele que agora feliz buscava doar com felicidade, todavia isso não resumiu o feito, o feito trouxe raízes impensáveis de esperança, o agora empreendedor tomou o gesto como missão! Levando a mensagem do passado a todo aquele sem fé, contratou diversos moradores de rua para trabalhar nas suas lojas, dava para estes a oportunidade de estudar, oportunidades de mudança.
Esta mensagem me foi entregue por uma entidade que não quis deixar o nome, fui “intuído” a escrevê-la sem qualquer por que, simplesmente por fazer! Mesmo assim é possível atrelar um senso enorme de grandeza para conduta estabelecida na mensagem referida, o espírito amigo fez comum a sua mensagem não dizendo o nome – simplesmente a trouxe, engrandecendo o senso deste livro.
A história transcorrida resume todo contexto de caridade – a verdadeira! Aquela sem julgo, sem porque certo de fazer, aquela que faz! Faz não por medo de algo ruim acontecer num futuro “pós-vida” caso nada se faça, mas faz por entender que apesar das diversas vidas diferentes que nos competem existência somos agulha do mesmo palheiro, que, quando uma agulha esta fora - “perdida” o palheiro deixa de estar completo.
Como médiuns – mediadores, devemos sempre ter esta crença dentro de nossos corações, quando estamos ajudando alguém – permitindo que alguma entidade auxilie algum tratamento, não devemos nos envaidecer ou mesmo tentar tirar qualquer vantagem que seja da situação, não devemos entender também que o “dever” de ajudar esta totalmente anexa à vontade de fazê-lo, quando assim pensar melhor mesmo ficar por casa e não fazer, a doação feita dentro ou fora de um centro não pode ser imposta e sim entendida como algo positivo para todo o desenvolvimento do mundo, um mediador que vai até um centro por obrigação – medo, imposição, esta fora do contexto de caridade.
Lembre-se que sempre é hora de fazer caridade, o nosso “eu” nos requisita no íntimo de nossa consciência – ele sempre requisita, apenas esteja com o coração aberto para esta vibração, caridade não é resumida em dinheiro, caridade é qualquer gesto que facilite a melhora de alguém ou algo por bem querer e sem qualquer motivo para ser feito, caridade é no sentido amplo a vocação altruísta do espírito de Deus, espírito vibrante dentro de cada um de nós.
“A verdadeira caridade surge espontaneamente de um coração simpático, antes mesmo que qualquer pedido seja feito. Ela é a pessoa que dá, não ocasionalmente, mas constantemente”.
Textos Budistas
“A caridade é um exercício espiritual... Quem pratica o bem, coloca em movimento as forças da alma”.
Chico Xavier
“Aquele que tem caridade no coração tem sempre qualquer coisa para dar”.
Santo Agostinho
“A caridade para com os outros é um voto feito perante o contendo do Deus externo a consciência, todavia a caridade para consigo é um voto perfeito de competência ao Deus que reside dentro e fora de nós”.
Mentor Miguel
“Há pessoas que desejam saber só por saber, e isso é curiosidade; outras, para alcançarem fama, e isso é vaidade; outras, para enriquecerem com a sua ciência, e isso é um negócio torpe; outras, para serem edificadas, e isso é prudência; outras, para edificarem os outros, e isso é caridade”.
Santo Agostinho
“A verdadeira caridade é praticada em segredo. O melhor tipo de caridade é aquele em que quem a faz ignora quem a recebe, e quem a recebe ignora quem a faz”.
Textos Judaicos
“A maior caridade é habilitar o pobre a ganhar a sua vida”.
Textos Judaicos
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Complemento do terceiro livreto(desenvolvimento mediúnico), terceiro capítulo: DEFUMADOR, projeto uma só banda - 34 sentidos para a vida, escritor Douglas Batistele
Registro: BN\2015
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Exponho aqui partes dos meus livros, não para comercializar e sim para que a mensagem seja difundida, divulguem, compartilhem, o trabalho físico pode ser meu mas a mensagem é "deles" para todos nós.
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Douglas Batistele Baptista
Fiat Lux
Paz Profunda
Ad Eternum

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