A alma dá ordens a si mesma e depara com
resistências.
A alma ordena que a mão se mexa, e é uma operação tão
fácil, que mal se distingue a ordem de sua execução.
E, no entanto, a
alma é alma e a mão é corpo.
A alma dá à alma a ordem de querer: uma não
se distingue
da outra e no entanto ela não age.
De onde vem esse
prodígio?
Santo Agostinho

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