Esta orientação de Moisés está contida no livro Deuteronômio, cap. 18, vs.11. Primeiramente queremos argumentar que se isto foi proibido é por que é possível falar com os que já morreram. E que Moisés proibiu o povo judeu de entrar em contato com os desencarnados, devido aos homens não estarem preparados para isto, além de trazerem péssimos hábitos do período em que estiveram escravos no Egito. Os egípcios, acreditando que os mortos eram deuses, desprezavam a crença do "Deus Único", pilar principal da obra de Moisés.
Em segundo lugar, Jesus conversou com os "mortos" Elias e Moisés, no
Monte Tabor depois da transfiguração. Foi Jesus mesmo que nos disse que
tudo o que Ele fizesse nós também poderíamos fazer.
A Doutrina Espírita encara o Velho Testamento como um conjunto de relatos das lutas, experiências, crenças e esperanças do povo judeu. E que devem ser interpretados à luz da razão e do bom senso, pois só assim iremos nos afastar da radicalização e do fanatismo, dois sentimentos que já causaram muito mal à humanidade.
O mais importante no estudo do Antigo Testamento é que devemos ter sempre em mente que os ensinos lá contidos, e que podem ser aproveitados, não devem jamais contradizer os ensinos do Mestre Jesus. Aqueles que os contradizem não devem ser considerados como ensinos morais, mas somente como informações históricas.
O Espiritismo pauta-se principalmente no Novo Testamento, tirando daí ensinos que podem nos explicar o sentido da vida e direcionar os nossos comportamentos de uma forma mais benéfica para aqueles que nos rodeiam.
Encaramos Jesus Cristo como o maior mestre que já apareceu sobre a Terra, e seus ensinos devem ser praticados sem rituais ou dogmas, mas como regras práticas de vida, que podem ser aplicadas no nosso dia-a-dia.
Jesus não veio fundar religiões, mas oferecer aos homens o caminho da salvação, que consiste em fazer o bem ao próximo, como gostaríamos que o outros nos fizessem, conforme as suas próprias palavras.
A Doutrina Espírita encara o Velho Testamento como um conjunto de relatos das lutas, experiências, crenças e esperanças do povo judeu. E que devem ser interpretados à luz da razão e do bom senso, pois só assim iremos nos afastar da radicalização e do fanatismo, dois sentimentos que já causaram muito mal à humanidade.
O mais importante no estudo do Antigo Testamento é que devemos ter sempre em mente que os ensinos lá contidos, e que podem ser aproveitados, não devem jamais contradizer os ensinos do Mestre Jesus. Aqueles que os contradizem não devem ser considerados como ensinos morais, mas somente como informações históricas.
O Espiritismo pauta-se principalmente no Novo Testamento, tirando daí ensinos que podem nos explicar o sentido da vida e direcionar os nossos comportamentos de uma forma mais benéfica para aqueles que nos rodeiam.
Encaramos Jesus Cristo como o maior mestre que já apareceu sobre a Terra, e seus ensinos devem ser praticados sem rituais ou dogmas, mas como regras práticas de vida, que podem ser aplicadas no nosso dia-a-dia.
Jesus não veio fundar religiões, mas oferecer aos homens o caminho da salvação, que consiste em fazer o bem ao próximo, como gostaríamos que o outros nos fizessem, conforme as suas próprias palavras.
Nenhum comentário:
Postar um comentário