Paulo e os cristãos primitivos acreditavam em uma incessante comunicação com o mundo invisível, mais evoluído do que o nosso.
Naqueles tempos não havia nenhum pregador preparado que
pregasse às assembléias com vestes sacerdotais, mas se escutava
atentamente o que tinha a dizer os profetas ou outros homens possuidores
de dons espirituais.E os dons celestes destas pessoas inspiradas podiam
ser e eram de varias espécies. A seu respeito assim se exprime Paulo:
“A um é dado pelo Espírito a palavra da sabedoria; a outro porém a palavra da ciência, segundo o mesmo espírito; a outro a outro a fé, pelo mesmo espírito; a outro o dom de curar enfermidades em um mesmo espírito a outro a operação de maravilhas, a outro a profecia; a outro o discernimento dos espíritos; a outro a variedade de línguas e a outro a interpretação das palavras.” (1 Coríntios 12: 8-10)
Em outra passagem do mesmo capítulo, diz: “Assim também vós, pois que aspirais dons espirituais (isto é, desenvolver a mediunidade e entrar em relação com os espíritos) seja isto para edificação da igreja e que os procureis possuir em abundancia.” (1 Coríntios 19:12)
No texto grego está – espíritos e não dons espirituais – como mencione a tradução dinamarquesa da Bíblia, esta passagem está vertida em sentido confuso, apesar de não haver a menor dúvida quanto a verdadeira tradução dos termos gregos do texto original: epei zelotai este pneumaton.
Os tradutores e os revisores da Bíblia nem sempre tem tido a coragem de traduzir, exatamente, as Escrituras Sagradas, o que não nos causa espanto. Os teólogos prenderam os seus sistemas dogmáticos em pesadas e estreitas cadeias. Por outro lado, leigos ortodoxos, em muitos países, não podem suportar a verdadeira tradução por julgarem que ela os destrói os seus dogmas. Tenho alguma experiência sobre o assunto e falo do que conheço.
“A um é dado pelo Espírito a palavra da sabedoria; a outro porém a palavra da ciência, segundo o mesmo espírito; a outro a outro a fé, pelo mesmo espírito; a outro o dom de curar enfermidades em um mesmo espírito a outro a operação de maravilhas, a outro a profecia; a outro o discernimento dos espíritos; a outro a variedade de línguas e a outro a interpretação das palavras.” (1 Coríntios 12: 8-10)
Em outra passagem do mesmo capítulo, diz: “Assim também vós, pois que aspirais dons espirituais (isto é, desenvolver a mediunidade e entrar em relação com os espíritos) seja isto para edificação da igreja e que os procureis possuir em abundancia.” (1 Coríntios 19:12)
No texto grego está – espíritos e não dons espirituais – como mencione a tradução dinamarquesa da Bíblia, esta passagem está vertida em sentido confuso, apesar de não haver a menor dúvida quanto a verdadeira tradução dos termos gregos do texto original: epei zelotai este pneumaton.
Os tradutores e os revisores da Bíblia nem sempre tem tido a coragem de traduzir, exatamente, as Escrituras Sagradas, o que não nos causa espanto. Os teólogos prenderam os seus sistemas dogmáticos em pesadas e estreitas cadeias. Por outro lado, leigos ortodoxos, em muitos países, não podem suportar a verdadeira tradução por julgarem que ela os destrói os seus dogmas. Tenho alguma experiência sobre o assunto e falo do que conheço.
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